Capa do livro Interseccionalidade e demandas sociais: Desafios para a Gestalt-terapia

Interseccionalidade e demandas sociais: Desafios para a Gestalt-terapia

Paulo Cavalcanti; Lilian Meyer Frazão

Editora: Summus Editorial LTDA

ISBN: 9786555491692

Edição/Ano: 1ª (2025)

Idioma: Português

Páginas: 144

Categoria(s): Psicologia, Ciências Sociais


Descrição

A interseccionalidade é um conceito que explica de que forma diferentes categorias sociais — como raça, gênero, classe e sexualidade — se interligam e se sobrepõem, criando sistemas complexos de opressão e privilégio. O termo foi cunhado pela jurista Kimberlé Crenshaw e assevera que não se pode entender a opressão de forma isolada, mas sim em suas múltiplas e simultâneas dimensões. Mas até que ponto a psicologia — e, sobretudo, a Gestalt‑terapia — considera a interseccionalidade no atendimento a grupos e indivíduos? Este livro inovador procura responder a essa e outras perguntas. Utilizando conceitos como avenidas identitárias e branquitude, os autores mergulham em diversas categorias sociais para propor uma prática gestáltica antirracista, feminista, pró‑LGBTQIAPN+, a favor dos direitos humanos e voltada para o combate de todos os tipos de desigualdade. É esse o papel dos profissionais que adotam uma abordagem tão ética e plural como a Gestalt‑terapia. Textos de Angélica Alves da Silva, Carolina de Carvalho Duarte Guimarães, Drieli Venâncio da Silva Sousa, Elaine Maria Silva Moura, Kevin da Silva Martins, Mônica B. Alvim, Paulo Barros, Paulo Cavalcanti, Samanta Santos da Fonseca, Tatiana Campbell, Thauane Cunha Siqueira e Valdicéia Miranda Machado Bouzada.


Sobre o Autor

Paulo Cavalcanti
Paulo Cavalcanti é preto, favelado e psicólogo. Atua como psicoterapeuta (individual, casal e grupos), supervisor clínico e professor. É especialista em Psicologia Clínica e pós‑graduado em Sexologia e Sexualidade Humana. Conselheiro titular do XVII Plenário do Conselho Regional de Psicologia em Pernambuco (CRPPE) na gestão 2022‑2025, atuou na coordenação do Centro de Referências Técnicas em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop). Entre seus interesses estão relações raciais, negritude, contracolonialidade, masculinidades, famílias e filosofias africanas.

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